Des’alma

Des’almada transviada, alma suja desejada
Descarnada, esfomeada, o sexo exposto… Receoso,
Viv’alma desnorteada, frio, fome, alma desavisada!
Sãos caminhos, meu lento incômodo, fome intensa
Olhos lívidos em torpor, lento sonho em desengano.

Vinho doce nobre, lento desengano em pele branca ensandecida
Pele arrepiada, doce toque intransigente, face rubra e quente
A beijar-lhe uma trilha indecente de promessas feitas sem pressa
Noite adentro sem juízo e sem pudor, frio e insano amor envaidecido
Jogando os dados noite afora, num jogo de vaidades já tão esquecidas
Des’alma deságua, noite adentro, gemidos ensandecidos… Des’alma… Minh’alma!

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