Rêveries de l’aube en français

(Publiquei, porém estou aos poucos aperfeiçoando o texto em francês, com a ajuda da Aline Pascholati, que mora em Paris há um tempo! 😀 )

J’ai vendu mon sourire à l’aube insomniaque . Je voulais fermer mes yeux ce soir et me réveiller en rêvant encore des bisous des intempéries dans la caresse de la nuit, mais le temps c’est passé, et il pourrait revenir d’un claquement de mes doigts… Mais la vie n’est pas comme ça, la vie est pleine de raisons, les personnes impliquées dans les vérités les plus amples, ou les raisons qui nous apportent des mensonges ou des demi-vérités, on est tellement à l’aise dans l’incertitude, qui nous caresse l’âme, pour masser notre égoïsme… Nous sommes si petits! Avale notre désamour et embrasse les mensonges confortables. Donc, c’est celle là ma vie ? Je vois les glissements du temps à travers mes minces doigts, et il n’y a rien que je puisse faire.

J’observe le grains d’un vieux sablier, je peux attendre que l’aube vienne et m’apporte les réponses, celles dont je sais que je ne suis pas seule dans les rêves d’aller et venir, dans l’espoir d’une lettre à la main, mais je suis une sotte… Je l’espère pour le bien des causes perdues, les moulins étant quand à eux des dragons ou pas, ma lutte se poursuit, jusqu’à ce que je meure … Aujourd’hui? Demain? Peut-être, honnêtement? Je ne sais pas, et le doute est l’avantage de l’incertitude

(Eu vendi o meu sorriso no insone amanhecer. Queria eu fechar os olhos nesta noite e acordar ainda sonhando com os beijos de intempéries na carícia da noite, mas o tempo já foi, e ele poderia voltar no estalar de meus dedos. Mas a vida não é assim, a vida é cheia de razões, as pessoas envolvidas nas verdades mais amplas, ou razões que nos trazem mentiras ou meias-verdades, encontra-se a incerteza tão confortável, que acariciam a alma, para massagear o nosso egoísmo. Somos tão mesquinhos! Engula o nosso desencanto e abrace as mentiras confortáveis​​. Portanto, esta é a minha vida? Eu vejo os deslizamentos de tempo através dos meus dedos magros, e não há nada que eu possa fazer.

Observo os grãos de uma velha ampulheta, posso esperar o amanhecer chegar e me trazer respostas, aquelas que eu sei que não estou sozinha nos sonhos de ir e vir, na esperança de uma carta na mão, mas eu sou uma tola… Eu espero por amor às causas perdidas, os moinhos sendo eles dragões ou não, minha luta continua até que eu morra… Hoje? Amanhã? Talvez, sinceramente? Não sei, e a dúvida é o benefício da incerteza.)

Abaixo, uma canção francesa do século XIV, de amor cortês:

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