Escritores e escritoras.

A alma de um escritor não tem fim. Apenas começo e meio. Na trama de uma prosa ou melodia de uma poesia, as linhas exalam um tom profético, outrora apenas desejos que martelam incessantemente nos pensamentos de quem já foi criança, isenta de malícia e qualquer forma de maldade. Penso simplesmente, que se eu não escrever, eu vou enlouquecer. Terei olhos dançantes de mulher louca. Ao privar o homem de seu vício, dá a ele os primeiros lapsos de embriaguez tresloucada, causada pela abstinência daquilo que mais ama. No primeiro momento em que sentir-se livre de sua privação, trancar-se-á no universo que tanto ama. Como disse um amigo meu, escrever, além de prazer e vício, “também é dor e sofrimento”.

E pegando um reflexão de uma leitura de Vargas Llosa: escrevo porque sinto saudade…

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