Eu que não bebo, pedi um conhaque…

Mas sabe como é difícil encontrar
A palavra certa,
A hora certa de voltar,
A porta aberta,
A hora certa de chegar…

Para esquecer o inverno, o inferno, todas as quatro estações. A vida engana, e ela brinca com maestria em nossos palcos. Nós espectadores assistimos a dança da vida, suas tragédias gregas com um saco de pipoca e um litro de refrigerante e estamos constantemente nos engasgando com nossos medos, angústias, indagações, amores, tristezas. Nós choramos, rimos, nos declaramos, amamos, sentimos ódio. No final da noite, deitamos nossas cabeças no travesseiro e fazemos uma crítica das nossas vidas. Eu publico minha crítica aqui, outros guardam as críticas para si mesmo. Posso dizer que sou muito feliz assim, com todas minhas entranhas expostas. E se eu que não bebo, quando eu escrevo eu peço um conhaque, porque escrever me aquece a alma, e é tão excitante quanto uma noite de sexo.

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