Plêiades

Plêiades, são consideradas o conglomerado de estrelas visíveis mais brilhantes do céu. São as estrelas mais admiradas do universo, e todo escritor possui uma estrela brilhante que lhe inspira. Isto aqui é para uma estrela que quando surgiu no meu céu, tornou minha vida mais bonita. Existiu noites nubladas, durante muito tempo, e então eu fiquei um bom tempo sem contar minhas histórias, emoções, alegrias. Mas eu sabia que essa estrela estava lá, escondida atrás das nuvens, e eu sempre pedi para que seu brilho nunca acabe e eu amo este brilho até hoje.

A partir do momento que eu lhe escrevo isso, eu comecei no dia 30 de dezembro de 2012. Eu estava na chácara do meu bom e velho pai, numa cidadezinha chamada Santa Maria da Serra. Lá é um lugar lindo sabia?Uma sensação de paz, ali, naquele confim de mundo, rodeado por pernilongos e animais de beleza rara. Este lugar lava minha alma, de todos os problemas ou dores que eu carrego em meus ombros. Neste dia, estava iniciando uma tempestade, mas era daquelas mansas, mas com seus momentos de fúria, e a casa da chácara tem uma linda varanda coberta. Desde os meus 12 anos, eu gosto de sentar na mureta e observar a tempestade chegando. E eu fico lá, com um livro, ou um papel e uma caneta e enquanto os trovões cantam suas canções em tons barítonos, eu me lembro do dia que em que me escreveu que as pessoas não dão valor às pequenas coisas da vida, e então você me disse que gostava da chuva. Foi a primeira pessoa que compartilhou esta ideia comigo, e então você havia escrito: “Poderia chover agora…”. Então, cada vez que eu ouço uma tempestade ou até aquelas chuvinhas fininhas, os chuviscos que toda mulher de cabelo chapado detesta, eu me lembro de você, é algo inevitável. Eu comecei a escrever este texto, num pedaço de folha velha, que encontrei em cima de uma mesa, já meio amarelada, empoeirada. Havia lá um copo com canetas, mas nenhuma delas pegava direito, e eu sentia como se fosse alguma espécie de aviso para não começar, mas eu tentei, comecei as primeiras linhas, mas então os ventos daquela tempestade me fizeram passar frio. Fui para o quarto, deixei a janela aberta, e de lá eu ainda poderia contemplar aquele céu cinzento, e o cheiro de terra molhada me cativava, como sempre. Eu entrei debaixo das cobertas, me escondi do frio, mas por dentro, enquanto eu escrevia meu primeiro rascunho da coisa mais sincera que já escrevi em vida, eu me sentia aquecida, apesar do medo, do possível julgamento, das consequências e um possível adeus definitivo.

Quando eu lhe perguntei do teu mestrado, eu lhe disse que era pra você tirar um descanso, de pelo menos meio ano, para ficar em paz, com a mente relaxada, afinal, engenharia é uma coisa que não é para qualquer um. E você me disse que não iria tirar esse tempo, porque a vida é muito breve, VITA BREVIS não é?

Eu estou demorando cerca de duas semanas para escrever isto aqui que você está lendo. Como eu escrevi, comecei numa folha de papel velho. Eu comecei a escrever nela, depois disso, ao longo dos dias, eu gravei um registro mental de um esboço de como seria o conteúdo deste texto. E por muitas vezes, eu quase perdi as forças e a coragem. Eu sentava na minha mesinha, onde estão meus livros, papéis, canetas, lápis coloridos que eu quase nunca usei, e ficava olhando para o editor de texto, e constantemente eu fiquei em uma luta entre a razão, emoção e sensatez. Talvez tudo isso aqui, lhe assuste, e você pode fugir ou desaparecer como um garoto assustado. Você se afastou, e eu nunca tive coragem, na verdade eu não acho que você me deve explicar nada, mas saiba que eu sentia sua falta, foram cinco meses que você desapareceu, eu não via nenhum rastro. Você não me respondia mensagens, eu queria lhe perguntar se foi algo que eu lhe fiz, pois eu me sentiria péssima se eu fizesse algo que pudesse machucar-lhe ou lhe ofender de qualquer forma. Nossas conversas eram maravilhosas, eu sempre gostei muito de conversar contigo, eu nunca me esqueço dos teus relatos de viagem, daquela foto que você mostrou-me do dia que resolveu comer em restaurante chique e passou mal. Você estava, naquela foto, pálido, como um lírio branco (adoro lírios, por isso usei esta característica), mas, ainda assim, eu lhe achei encantador naquela foto, e ao mesmo tempo em que eu ria da forma engraçada de como você relatava as coisas, eu imaginava que você não existia. Como poderia, eu, conhecer uma pessoa como você? Somos muito parecidos, em muitas coisas, mas não é por isso que eu sempre tive carinho por você. Você simplesmente me cativou, eu li o teu blog inteiro e ali eu conheci um pedacinho da tua personalidade e eu lhe perguntei por que parou de escrever, e assim foi nossa primeira conversa. Eu lhe disse que escrevia, e mostrei-lhe o primeiro texto do meu blog, que falava de uma experiência da minha infância, o meu primeiro contato com a morte, lembra?Eu falava sobre o pássaro morto que eu encontrei na calçada, e meses mais tarde lhe disse que o garotinho que estava comigo, chamava-se André Luiz, e ele naquele momento chupava balas de doce de leite. E toda vez que eu sinto esse cheiro, de doce de leite, eu me lembro daquela cena. Lembra que eu lhe disse da minha relação extrassensorial com cheiros?Cheiros me lembram de pessoas, momentos, cores me lembram de cheiros e vice versa, e então nós conversamos sobre sinestesia. Você leu meu texto e colocou nos comentários uma música, eu não conhecia, e olha que toda vez que eu escrevo algo, qualquer coisa, eu sempre coloco uma música para que me inspire, mas não tanto pela letra dela, mas o que eu sinto quando eu a escuto. Muitas vezes, inicio ou termino meus textos com o trecho de alguma música, mas aquele primeiro texto foi exceção, eu escrevi sem nada pra ouvir, a única coisa que eu ouvia, eram as hélices do ventilador girando. Estava chovendo aquele dia, mas estava um calor do cão. Ao me deitar, eu fui escutar a música que você mandou, e quando eu entendi a letra dela, eu confesso que eu chorei como uma criança. Eu me emocionei e fiquei nervosa, porque até então, ali, eu compreendi que você sabia o que eu sentia e aquela música era o que eu queria ter escrito de uma maneira resumida. Foi a partir deste momento que eu me encantei de verdade por você. Quando você me escreveu, “Prazer, eu sou o Fígaro”, eu voltei num tempo, em que eu era criança, ou, se preferir “infanto juvenil”, eu estava lá, naquele palco, com minhas luvinhas brancas que me pai comprou de última hora, e que hoje nem me servem mais. Eu era sua consciência, bom, parte da sua consciência, lembra, o Paulo maestro sempre dizia: “Vocês são a consciência do Barbeiro de Sevilha”, e então no momento que eu vi aquele menino frágil de voz imponente, eu me encantei, e nesta época, eu não me permitia admirar ninguém, eu era muito “turrona”, mas eu cantava, em meu tom de mezzo-contralto e não tirava os olhos daquele menino. Eu nunca soube quem era, mas eu nunca esqueci que este foi o meu primeiro encantamento juvenil. E eu era tímida demais, para perguntar quem era, então eu apenas admirava de longe. Então quando você escreveu que era aquele menino encantador, de modos tímidos, mas ao mesmo tempo tão imponente eu considerei aquilo como o melhor acaso da minha vida, e eu pensei…Nossa, como a vida pode ser engraçada. E naquela noite, eu mal consegui dormir, e passei o dia inteiro escutando aquela música. E eu demorei a acreditar que você existia. Você apareceu de repente, sem ser convidado, e tu me cativaste de uma forma que eu jamais esquecerei, apesar de você não corresponder com o que eu sinto. Pra você eu sou apenas uma amiga a quem você diz, quando eu lhe disse que és meu muso inspirador, “eu não sou nada demais”. E eu senti que você é muito inseguro, deveria aceitar o fato que és uma pessoa única e rara neste mundo, como todas as suas qualidades e imperfeições. Existem pessoas, ao nosso redor, que surgem apenas por uma fração de segundos, e então nós não nos esquecemos mais. Eu sempre te admirei, mesmo até na época que eu não conhecia, que nunca trocávamos palavras. Eu sabia quem tu eras porque uma amiga comentou. Eu sabia o teu nome, mas eu nunca até então não sabia das coisas que lhe davam emoção, o que te encantava, os seus desejos, medos, angústias. Eu pegava ônibus na rodoviária todas as manhãs e via você lá, tímido, sentado no último ou penúltimo banco naquela rodoviária podre da nossa cidade, eu olhava pra você e eu pensava “Este rapaz tem os olhos gentis e um ar de mistério encantador”, eu ficava imaginando o que você pensava ali, sentado naquele banco, às vezes meio disperso e alheio à realidade à sua volta. Não sei se você me via, mas eu sempre estive lá, e o meu ritual de manhã era apenas te admirar, ao longe, porque eu nunca me permiti aproximar-me e lhe dizer: “Oi, você é o André?”, e talvez você me olharia com seus olhos gentis misturados numa expressão de incógnita, então eu lhe diria, “Prazer, eu sou a Ana, eu te conheço de algum lugar?”. Depois de todos os meus devaneios, eu entrava no ônibus, abria um livro e voltava à minha vida de garota tímida com meu caderno de poemas (que eu queimei mais tarde), ouvindo minhas músicas, estudando, ou simplesmente, como diz a minha mãe, “Viajando na maionese”. Eu sempre fui tímida, não parece, posso dizer que hoje, eu deixei algumas barreiras que eu tinha de lado, mas se eu olhasse nos teus olhos agora eu não conseguiria expressar o que estou escrevendo aqui. Eu provavelmente terei meu coração disparado e minhas bochechas ficariam vermelhas, e eu começaria a suar frio, e minhas mãos e lábios começariam a tremer, porque você tem o poder de me deixar sem reação, eu nunca conheci uma pessoa assim, que me deixasse a tão flor da pele. Teve um dia, que eu desci do ônibus, voltando do trabalho, eu estava com pressa, pois um minuto que eu deixasse passar, significaria esperar uma hora o ônibus para voltar pra casa. Quando eu desci daquele ônibus, apressada, ao atravessar a rua, eu senti uma sensação estranha. Foi como se minha pressão tivesse despencado e eu senti um ardor na nuca, e os antigos costumam dizer que quando isso acontece é porque está sendo observada. A sensação estranha passou quando eu cheguei na rodoviária, depois da escada rolante. Eu comentei com um amigo o que aconteceu, e ele me disse: “Você comeu hoje Aninha?”. Então eu ri, disse que foi estranho porque foi algo muito momentâneo, e então eu fiquei dentro do ônibus o tempo todo pensando o que havia causado aquilo, foi como se eu tivesse bebido muito vinho, uma embriaguez momentânea. E quando a noite chega, você me escreve: “Eu acho que eu te vi”, e eu disse: “Aonde?”, “Descendo do 331, eu estava entrando”. Naquele momento, que eu li isso, eu confesso, eu pedi pro meu irmão me buscar um copo de água, porque eu simplesmente senti meu coração parar de bater por uns instantes. Depois de uns 3 copos de água e a conformidade de que as pessoas se encontram por aí, eu me culpei o tempo todo de ser tão desligada, apressada e o fato que aquele dia eu não estava nos melhores dias. Eu queria que tu tivesses me visto de vestido preto e salto alto, e com a cara menos cansada, com o cabelo mais bonito e o andar mais elegante e talvez um perfume mais marcante. Mas não, aquele dia eu estava um caco, e eu nem ao menos lhe vi, nem pude lhe dar um abraço que para mim poderia durar uma eternidade inteira. Um eternidade inteira numa fração de segundos, pois não gostaria que você se atrasasse para a aula, e você sempre me disse que sua vida era muito corrida e sentia-se cansado, dormindo apenas cinco horas por noite. E eu lhe escrevi um poema, mas não lhe mostrei, eu apenas publico meus textos e queria muito que você lesse,como fazia antes, nos bons, velhos e não tão distante tempo em que tu lias e comentava minhas publicações. Em um dos muitos deles, veio da minha inspiração de uma triste música flamenca, chamada “Cancion de Cuna”, ou seja, traduzindo, canção de ninar e nela diz:

Hoje … Eu me lembro do seu sorriso e seus olhos

Dormir, dormir, dormir em meus braços o seu sono.

Dormir, dormir, dormir em meus braços o seu vôo.

E neste dia, quando eu conheci essa música lá no estúdio de dança, eu me lembrei de você, e das suas 5 horas de sono, e o quanto estavas cansado. Eu lhe escrevi um poema em que pedia que você fechasse seus olhos e dormisse, suspirasse, e nas suas poucas e sensatas horas de sono, tivesse sonhos felizes, bonitos, “sonhos com notas musicais”, pois você assim como eu, tem a música como uma de suas paixões. Eu acredito muito no poder de querer o bem para a outra pessoa, mesmo sem ter nada em troca. Sempre acreditei que as boas vibrações de certa forma nos tornam mais fortes.

Um dia eu sonhei contigo, e neste sonho você cheirava caramelo. Isso me lembra da infância, em que minha mãe fazia calda de pudim, e separava os fios de caramelo pra mim. E eu queimava meus dedos, pois eu era teimosa, aliás, ainda sou muito teimosa. Dias atrás, eu também tive um sonho muito bonito. Nós dois, éramos crianças,nós subíamos no telhado das casas, brincávamos numa tarde ensolarada, e eu disse pra você, neste sonho, que eu queria ter te conhecido quando era criança. E então, você, que no meu sonho era um menino, frágil, mas com os mesmos olhos gentis, me carregou no colo e me disse que me amava, e por um instantes nós adormecemos, um ao lado do outro. E eu lhe disse, em meu sonho, que você não poderia me amar, porque Amor é coisa de adultos, e nós éramos duas crianças, e nossos pais nos chamavam pra jantar. Eu escutava a voz de minha mãe, na soleira da porta, gritando que era pra eu voltar pra casa, pois estava tarde. Eu fui embora, e te vi sentado no chão, e então você me disse adeus. Eu acordei, chorei, tomei água e tentei voltar a dormir. E esse sonho ficou na minha cabeça, você, no meu sonho, era uma criança, mas você me abraçava com a força e ternura de um homem adulto. Eu comprei “O homem e os seus símbolos”, do Jung, e também “A interpretação de sonhos”, do Freud, mas eu não quis saber o significado daquilo. Para mim, as emoções que eu senti, já eram suficientes para compreender que por mais que eu tente me conformar que não haverá nada entre nós dois, você sempre será a pessoa que me chamou pra fora da toca, como se fosse música, eu aprendi muitas coisas contigo. Eu te amei, desde o começo, eu te amo, até hoje, mesmo você “aparentemente”, me dar a impressão que me evita, mesmo você tendo sumido e ter ficado sem falado comigo por 5 meses. Foram meses que eu sentia sua falta, eu me preocupava, não sabia se você estava bem, mas eu nunca me senti no direito de obrigar a me amar da mesma forma que eu te amo. Quem sou eu, meu Amor, para sentir raiva de você?Quem sou eu pra te julgar, eu sou apenas uma mulher de 25 anos, que acha que a vida é curta demais para não corrermos riscos. Sou mulher o suficiente para escrever-lhe isso e lhe dizer que cada poema, texto, tu fostes minha força, meu desejo, a coragem da minha expressão. O que seria dos escritores, dos artistas, se não fossem suas fontes de (ins)piração?Eu lhe escrevi uma mensagem de ano novo, e eu ali, agradeci por você ter surgido na minha vida, porque você, mesmo com todos os seus mistérios, seu sumiço repentino, e muitas vezes, perdoe-me se eu estiver errada, sua frieza, eu nunca deixei de te achar único em minha vida. Eu tenho 25 anos, não sou mais aquela garotinha magrela de 13-14 anos, metida num vestido amarelão, parecendo um quindim ambulante, que te admirava escondida e tinha pavor de se permitir amar e ser amada, eu era daquelas meninas que sofria bullying por ser diferente, eu me achava feia e insegura. Hoje, sou mulher o suficiente para lhe dizer que eu te amo, e você pode questionar o quanto quiser, mas eu sei o quanto você foi importante, desde o primeiro momento, lá naquele palco da minha infância, naquele banco daquela rodoviária mixuruca, eu amo cada pixel do teu rosto nas fotografias, porque isso é a única coisa que eu tenho. Sou mulher o suficiente para admitir que neste final de ano, após as festas, eu fui sozinha até a beira da represa, com minha garrafa de vinho uruguaio. Eu sentei naquela úmida grama causada pela orvalhada da noite. O céu estava lindo, a lua iluminava aquele lugar que eu amo tanto. E foi ali, naquele local que eu fiquei durante 2 horas, eu olhei as estrelas e pedi para que Deus ou seja lá o que nos protege e nos guia, me permitisse amar sem medo. Que me permitisse ser inconsequente sem medo, que eu fosse forte o suficiente para vencer todas as barreiras que possam me impedir de ser feliz, ou pelo menos, tentar ser feliz. Eu olhei a estrela mais brilhante daquele céu, e por mais que eu saiba que aquele brilho seja talvez de uma estrela já morta, há milhões de anos atrás, foi ali, naquela diante daquele brilho de eternidade, que eu fiz a meu último desejo:

“Universo, abençoe o homem que eu amo e ilumine todos os seus caminhos. Eu o amo, tanto o quanto as estrelas no céu, tanto quanto uma tempestade que se aproxima, tanto quanto o frescor do orvalho da madrugada, a beleza e os mistérios da noite, as cores misturadas do entardecer, as gotas de água caindo nos meus ombros, o sorriso de uma criança, a beleza de uma flor nascida entre a calçada e a rua, a mais bela canção, o aroma e sabor do meu chá da tarde. ”

Se eu fosse uma prostituta na vitrine da rua vermelha de Amsterdam, eu lhe chamaria. Se você fosse um mercador de flores, eu compraria suas tulipas e colocaria elas na cestinha de minha bicicleta. E então eu perderia o meu rumo ao sair pedalando olhando pra trás, pois os olhos do mercador são gentis e misteriosos. Talvez um dia eu crie coragem o suficiente pra te chamar pra dançar, não sei se você me estenderia a mão, e me permitiria pisar no teu pé, pois convenhamos, eu não sei dançar… O tempo pode apagar e curar nossos sentimentos, mas um ano já se passou, eu tive todo o tempo do mundo para esquecer, mas eu não consigo, e eu vou usar toda a licença poética de um certo escritor francês que todos conhecem, e eu acredito e levo comigo como uma verdade absoluta, aquela que obedece talvez as mais improváveis leis do universo:

Se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol! Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros.
Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música…

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